Capacete Neurollux | Cosmedical
Simulador de Frete
- Calcular freteMais eficiência para seus protocolos de fotobiomodulação transcraniana.
Desenvolvido para oferecer aplicações amplas, padronizadas e não invasivas na rotina clínica.
Por que escolher o Capacete Neurollux?
O Capacete Neurollux foi desenvolvido para a prática clínica com foco em protocolos de fotobiomodulação transcraniana (FBMt). Com 204 LEDs de infravermelho próximo (NIR) no comprimento de onda de 850 nm, entrega uma aplicação ampla, padronizada e não invasiva, com alto perfil de segurança.
Projetado para profissionais da saúde, o Capacete Neurollux atua na modulação de vias bioenergéticas e sinalizadoras envolvidas na função mitocondrial, na produção de ATP, na dinâmica de óxido nítrico (NO), na perfusão cerebral, no metabolismo neural e na resposta neuroinflamatória, sem substituir condutas médicas, farmacológicas ou reabilitacionais estabelecidas.
A partir desse racional, o Neurollux pode ser considerado em diferentes objetivos terapêuticos em contextos neurológicos, tais como:
Doenças neurodegenerativas
Em Alzheimer, Parkinson e demências, a fotobiomodulação transcraniana é estudada pelo potencial de influenciar cadeias respiratórias mitocondriais, reduzir estresse oxidativo, modular neuroinflamação e favorecer plasticidade sináptica em circuitos como hipocampo e córtex pré-frontal, com impacto em memória, velocidade de processamento e funções executivas.
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Em TEA, os protocolos exploram a modulação de redes de controle executivo e integração sensório-social (pré-frontal, cingulado, temporais), buscando ajustar padrões de conectividade funcional, excitabilidade cortical e respostas associadas à autorregulação, sono e comportamento, em paralelo ao manejo de neuroinflamação e desequilíbrios redox.
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)
Em protocolos que envolvem atenção sustentada, controle inibitório e funções executivas, a aplicação de fotobiomodulação transcraniana sobre regiões pré-frontais explora a possibilidade de favorecer circuitos de regulação comportamental e organização cognitiva, ainda em contexto experimental.
Comprometimento Cognitivo Leve
Nesse caso, a FBMt se orienta a circuitos de memória e controle executivo (hipocampo, córtex pré-frontal, redes de modo padrão), visando otimizar produção de ATP, hemodinâmica local e marcadores de atividade neuronal, com resultados positivos em domínios como escore global de cognição e testes específicos de memória em diferentes ensaios.
Fibromialgia
Na fibromialgia, a fotobiomodulação é investigada por sua capacidade de alterar processamento nociceptivo, modular neuroinflamação e estresse oxidativo relacionados à dor crônica e atuar em circuitos que impactam fadiga e qualidade de sono.
Depressão e ansiedade
Em depressão e transtornos de ansiedade, a FBMt é aplicada principalmente em córtex pré-frontal e redes límbicas, com hipóteses envolvendo normalização de metabolismo cortical, modulação de perfusão, ajustamento de vias monoaminérgicas e aumento de fatores neurotróficos.
Reabilitação motora e de fala
Em cenários de AVC, TCE e outras lesões neurológicas, o uso sobre áreas perilesionais e redes motoras e de linguagem busca favorecer a reorganização cortical, o suporte metabólico à penumbra isquêmica, a angiogênese e a plasticidade sináptica.
Estimulação cognitiva
Em protocolos de treino cognitivo em adultos e idosos, a fotobiomodulação transcraniana é direcionada a regiões envolvidas em atenção, memória de trabalho e funções executivas, com evidências de melhora em desempenho, eficiência de redes corticais e padrões de oxigenação cerebral.
Protocolos combinados com outras terapias
Em associação a terapias farmacológicas, neuropsicológicas, fisioterapêuticas e fonoaudiológicas, a FBMt pode funcionar como um modulador bioenergético e hemodinâmico de fundo, oferecendo um ambiente neurofisiológico potencialmente mais favorável para processos de aprendizagem, reorganização de redes e consolidação das adaptações decorrentes da intervenção principal.
Por que o comprimento de onda de 850 nm é usado no Capacete Neurollux?
O comprimento de onda de 850 nm pertence à faixa do infravermelho próximo (NIR), uma das mais utilizadas em fotobiomodulação transcraniana por sua capacidade de atravessar tecidos superficiais e alcançar estruturas-alvo com maior profundidade.
No Neurollux, os 204 LEDs de 850 nm foram escolhidos para entregar uma aplicação craniana ampla, homogênea e compatível com protocolos clínicos supervisionados. Essa faixa interage com cromóforos mitocondriais, especialmente o citocromo c oxidase (CCO), modulando vias bioenergéticas relevantes para a função neural.
Na prática, a FBMt no comprimento de onda infravermelho próximo pode apoiar mecanismos associados a:
Metabolismo energético
Com estímulo à atividade mitocondrial e à produção de ATP.
Perfusão cerebral
Por meio da sinalização por óxido nítrico (NO) e da modulação do fluxo sanguíneo local.
Homeostase neural
Com influência sobre estresse oxidativo, neuroinflamação e mecanismos de reparo e adaptação celular.
Neuroplasticidade
Apoiando processos relacionados à adaptação sináptica, à reorganização funcional e à recuperação neurológica.
O Capacete Neurollux em detalhes
Conheça o Capacete Neurollux, desenvolvido para profissionais da saúde que precisam de uma solução prática, segura e bem parametrizada para incorporar a fotobiomodulação transcraniana à rotina clínica.

Tecnologia
Capacete de LEDterapia com luz infravermelha próxima, indicado para protocolos de fotobiomodulação transcraniana conduzidos por profissional da saúde.
Conteúdo da embalagem
- 1 Capacete Neurollux com botão acionador
- 1 cabo de alimentação bivolt
- 1 case exclusivo para transporte
Regulamentação, fabricação e assistência técnica
- Registro na Anvisa (N° 80455469002)
- Certificação do Inmetro
- Desenvolvimento e produção no Brasil
- Assistência técnica nacional
Informações adicionais
Técnica de aplicação: contato direto com o couro cabeludo.
Peso: 700 g
Diâmetro: 62 cm
Banda espectral: 20 nm
Ângulo de saída dos LEDs: 10°
Alimentação: bivolt (110 V/220 V), com desligamento automático ao final do ciclo.
Parâmetros ópticos
Comprimento de onda: 850 nm, na faixa do infravermelho próximo ou NIR
Quantidade de LEDs: 204
Irradiância média: 29,1 mW/cm²
Densidade de energia ou fluência: 35 J/cm²
Conservação do produto
Mantenha o equipamento em local seco, arejado e protegido da exposição direta ao sol e ao calor excessivo.
Após cada utilização, faça a higienização com um pano levemente umedecido em álcool 70%.
Para melhor conservação, armazene o dispositivo no case original, em local seguro.
Energia e tempo por sessão
Energia: 27,6 J
Tempo pré-programado da sessão: aproximadamente 20 minutos
Contraindicações principais
Antes da aplicação, o profissional da saúde deve avaliar histórico de fotossensibilidade, uso de medicamentos fotossensibilizantes, AVC hemorrágico recente, tumores cerebrais, epilepsia não controlada e presença de implantes cranianos eletrônicos.
Nessas situações, a indicação deve ser definida individualmente, com análise de risco, benefício e segurança.
Aplicação hands-free em poucos passos.
Conecte a fonte à entrada localizada na parte posterior do equipamento;
Em seguida, ligue o dispositivo à tomada e verifique se a luz verde acendeu na lateral;
Posicione o Capacete Neurollux na cabeça do paciente, assegurando um encaixe estável e confortável;
Para iniciar a aplicação, pressione o botão lateral. Dois sinais sonoros indicarão que o ciclo foi iniciado;
A luz verde lateral se apagará quando as luzes internas do capacete acenderem;
Durante a sessão, mantenha o equipamento bem posicionado pelo tempo programado, que é de aproximadamente 20 minutos;
Ao final do ciclo, o dispositivo emitirá um aviso sonoro e desligará automaticamente;
Após a aplicação, retire o equipamento da cabeça do paciente, desconecte-o da tomada e armazene-o em local adequado para conservação.
Na prática profissional
Para profissionais habituados ao uso de laser, o Neurollux oferece uma diferença operacional importante: a aplicação não depende de varredura manual, marcação de pontos ou reposicionamento sucessivo da ponteira. O equipamento é hands-free e entrega a luz de forma simultânea durante o ciclo programado, reduzindo a variabilidade entre sessões e facilitando a padronização dos protocolos.
Durante a sessão, o profissional pode acompanhar a resposta do paciente, registrar informações no prontuário, revisar condutas ou associar outras intervenções compatíveis com o objetivo terapêutico, mantendo a supervisão adequada.
Na prática, o Neurollux ajuda a inserir a FBMt no fluxo real do atendimento: com previsibilidade de tempo, dose e execução, sem substituir a avaliação clínica, a individualização do plano terapêutico ou o monitoramento da evolução do paciente.

Entenda a tecnologia por trás da fotobiomodulação
O Capacete Neurollux é um dispositivo de fotobiomodulação transcraniana desenvolvido para uso profissional em protocolos de saúde neurológica, cognitiva e neurofuncional.
Sua função é entregar luz infravermelha próxima ao couro cabeludo de forma controlada, simultânea e não invasiva, permitindo que a FBMt seja incorporada com mais previsibilidade à prática clínica.
Como a fotobiomodulação transcraniana funciona?
A fotobiomodulação transcraniana atua sobre um dos alvos mais fundamentais da neurofisiologia: o metabolismo energético neuronal. Ela oferece ao cérebro um estímulo luminoso capaz de favorecer a atividade mitocondrial, a produção de ATP e o equilíbrio bioquímico necessário para que os circuitos neurais possam funcionar com mais eficiência.
Esse ponto é especialmente relevante na prática clínica porque muitas condições neurológicas e neuropsiquiátricas compartilham um componente comum: a redução da eficiência metabólica em redes cerebrais específicas.
Quando há menor disponibilidade energética, os neurônios tendem a responder menos a demandas de atenção, regulação emocional, memória, controle inibitório, plasticidade sináptica e recuperação funcional. Em quadros como TDAH, depressão, ansiedade, TEA, sequelas de AVC, doenças neurodegenerativas e outros distúrbios do neurodesenvolvimento, essa vulnerabilidade metabólica pode impactar de forma relevante o desempenho do paciente.
É justamente nesse contexto que a fotobiomodulação se torna uma tecnologia de interesse para o cuidado complementar.
Ao ser aplicada sobre áreas estratégicas do couro cabeludo, ela busca modular a atividade de regiões corticais associadas às funções que o profissional deseja apoiar, como atenção sustentada, autorregulação, prontidão cognitiva e flexibilidade neurofuncional. Ao interagir com o citocromo c oxidase, a FBMt pode modular a atividade mitocondrial, favorecendo o potencial da membrana, o consumo de oxigênio, o metabolismo da glicose e a síntese de ATP. Essa cascata também pode contribuir para o controle do excesso de espécies reativas de oxigênio (ROS), a redução do estresse oxidativo e a modulação da neuroinflamação, além de influenciar vias relacionadas ao BDNF, à neurogênese e à sinaptogênese, conforme a resposta individual do paciente.
LED e laser: qual a diferença?
Na fotobiomodulação, a distinção entre LEDs e lasers é predominantemente tecnológica, não biológica.
Conforme discutido por Hamblin e colaboradores, os efeitos terapêuticos dependem sobretudo de parâmetros físicos e dosimétricos, como comprimento de onda, irradiância, fluência e tempo de exposição. Para a maioria das aplicações médicas, as fontes de LED e laser podem produzir respostas comparáveis quando aplicadas com parâmetros semelhantes.
Do ponto de vista acadêmico e clínico, as diferenças mais relevantes concentram-se em aspectos operacionais: custo do equipamento, área irradiada por sessão, facilidade de aplicação e considerações de segurança.
Os LEDs apresentam vantagem especialmente quando se busca cobrir áreas amplas de maneira homogênea e com menor complexidade no manejo clínico, o que favorece sua utilização em protocolos padronizados de fotobiomodulação.
Cada LED contribui para a cobertura terapêutica da região cortical alvo
Em protocolos com laser, a aplicação costuma exigir posicionamento pontual e sequencial para garantir adequada cobertura da área-alvo e sobreposição dos feixes terapêuticos. Já com LEDs, a irradiação pode ser realizada de forma mais ampla e simultânea, com o dispositivo fixo durante a sessão, reduzindo a necessidade de movimentação constante do operador, conforme discutido em revisão publicada em 2024 no International Journal of Molecular Sciences.

Em quais protocolos o Neurollux pode fazer a diferença
Em uso habitual, o Capacete Neurollux realiza cobertura craniana ampla da região frontal à occipital; quando clinicamente indicado, pode ser posicionado de forma invertida para priorizar a estimulação pré-frontal.
Tais possibilidades podem ser consideradas em pacientes nos quais há interesse em associar neuromodulação não invasiva a estratégias multidisciplinares, como psicologia, neuropsicologia, fisioterapia neurológica, fonoaudiologia e terapia ocupacional, sempre com indicação individualizada e objetivos clínicos bem definidos.
O que o Capacete Neurollux não é
É fundamental esclarecer que o Capacete Neurollux não constitui tratamento curativo para qualquer condição neurológica, psiquiátrica ou do neurodesenvolvimento.
Trata-se de um recurso adjuvante, destinado a complementar abordagens terapêuticas já estabelecidas, e não a substituir farmacoterapia, psicoterapia, reabilitação neurofuncional ou seguimento médico especializado.
A experiência de quem trabalha com a linha de dispositivos Infrallux
Depoimentos em imagens
Perguntas frequentes sobre o Capacete Neurollux de fotobiomodulação transcraniana (FBMt)
1. O que é o Capacete Neurollux?
O Capacete Neurollux é um dispositivo de fotobiomodulação transcraniana desenvolvido para uso profissional em saúde, com aplicação craniana ampla e padronizada por meio de LEDs de infravermelho próximo.
Foi pensado para integrar protocolos clínicos não invasivos, com foco em suporte neurofisiológico e uso adjuvante em diferentes contextos assistenciais.
2. Para que serve o Capacete Neurollux?
Ele serve como recurso complementar em protocolos que buscam modular circuitos cerebrais associados a atenção, controle inibitório, memória de trabalho, regulação comportamental e desempenho cognitivo.
Na prática clínica, pode ser inserido em estratégias multidisciplinares, sempre como apoio às abordagens já estabelecidas e nunca como substituto de tratamento médico ou reabilitacional.
3. Como funciona a sessão com o Capacete Neurollux?
A sessão é realizada com o equipamento posicionado sobre a cabeça do paciente, de modo estável e confortável, enquanto a luz é entregue de forma simultânea durante o tempo programado.
Esse formato favorece a padronização da aplicação, reduz a variabilidade operacional entre sessões e facilita a integração com outras intervenções clínicas, como treino cognitivo ou reabilitação neuropsicológica.
4. Qual é a dose de energia do Capacete Neurollux?
O Capacete Neurollux possui 204 LEDs de infravermelho próximo, todos no comprimento de onda de 850 nm. A irradiância média é de 29,1 mW/cm², a densidade de energia ou fluência é de 35 J/cm² e a energia é de 27,6 J. O tempo pré-programado de aplicação é de aproximadamente 20 minutos.
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