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Boné Infrallux | Cosmedical: Dispositivo de Fotobiomodulação Transcraniana que utiliza LEDs de infravermelho próximo para estimular...
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Boné Infrallux | Cosmedical

Ref: CPLX-IV
Marca: Infrallux
Disponibilidade: Disponível em 1 dia útil

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Apoie a saúde cerebral com
a fotobiomodulação transcraniana

Um dispositivo desenvolvido para estimular a atividade cerebral de forma não invasiva, prática e segura.

Benefícios

Por que escolher o Boné Infrallux?

O Boné Infrallux é um dispositivo avançado de fotobiomodulação transcraniana (FBMt) que utiliza 198 LEDs de infravermelho próximo (NIR) — 99 LEDs de 760 nm e 99 LEDs de 830 nm — para estimular a atividade cerebral e contribuir como recurso adjuvante de forma prática, segura e não invasiva em protocolos voltados a condições neurológicas.

Desenvolvido para uso domiciliar com orientação profissional, o Boné Infrallux atua em processos celulares associados à função mitocondrial, estimulando a produção de ATP e a liberação de óxido nítrico (NO), o que pode favorecer respostas associadas à circulação local e ao metabolismo celular do cérebro.

Atende a protocolos em que o profissional precisa tratar diferentes condições sem trocar de equipamento.

Pode ser integrado a planos terapêuticos para:

Doenças neurodegenerativas

como Alzheimer, Parkinson e demências, oferecendo suporte à modulação de sintomas e à qualidade de vida;

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

como recurso complementar para auxiliar na regulação do comportamento, melhora do sono e do convívio social;

TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)

contribuindo para melhorias em atenção sustentada, memória e foco;

Comprometimento Cognitivo Leve

como apoio à estimulação cognitiva e à manutenção da função cerebral;

Fibromialgia

como ferramenta no manejo da dor crônica e da fadiga associada;

Depressão e ansiedade

contribuindo para o equilíbrio emocional e a sensação de bem-estar por meio da modulação da atividade cerebral;

Reabilitação motora e de fala

auxiliando na reabilitação de pacientes com sequelas de AVC, traumatismo cranioencefálico e outras condições que afetam a coordenação motora e a comunicação;

Estimulação cognitiva

para melhora da memória, atenção, concentração e do desempenho cognitivo em diferentes faixas etárias;

Preparo cerebral e recuperação

em situações de fadiga mental, estresse crônico, sobrecarga cognitiva e recuperação pós-esforço intelectual;

Protocolos combinados com outras terapias

como fisioterapia neurológica, fonoaudiologia, terapia ocupacional e estimulação cognitiva, quando houver indicação profissional.

Por que os comprimentos de onda de 760 nm e 830 nm atuam juntos no Boné Infrallux?

Os comprimentos de onda de 760 nm e 830 nm não foram escolhidos ao acaso. Eles pertencem à faixa do infravermelho próximo (NIR), capaz de atravessar pele, crânio e atingir o tecido cerebral, onde interagem com o principal cromóforo mitocondrial sensível à luz: o citocromo c oxidase (CCO).

Em termos simples, são dois “tons” de luz NIR que conversam com o mesmo elemento celular, mas em bandas de absorção diferentes, ajudando a ativar o metabolismo energético e os processos ligados à plasticidade neural em diferentes regiões do cérebro.

A combinação de 760 nm e 830 nm está associada, nos estudos de fotobiomodulação, a um conjunto de efeitos que se reforçam:

1.  Aumento do metabolismo energético
A ativação do citocromo c oxidase via NIR favorece a produção de ATP. Isso oferece mais reserva energética para neurônios manterem suas funções, repararem danos e sustentarem a atividade sináptica.

Imagem idoso usando Boné Infrallux

2.  Apoio ao fluxo sanguíneo e à oxigenação
A fotobiomodulação nesses comprimentos de onda pode aumentar a biodisponibilidade de óxido nítrico (NO), um vasodilatador natural, contribuindo para a melhoria do fluxo sanguíneo e da entrega de oxigênio aos tecidos.

3.  Processos relacionados à neuroplasticidade
Em modelos experimentais, comprimentos de onda como 760 nm estimularam o crescimento de neuritos e a organização de redes neurais, enquanto faixas em torno de 830 nm apoiaram o metabolismo necessário para que essas redes se mantenham e funcionem.

4.  Modulação neuroprotetora e anti-inflamatória
Estudos pré-clínicos indicam que a luz infravermelha pode reduzir marcadores inflamatórios, estresse oxidativo e sinais de morte celular em tecidos neurais, o que se traduz em um perfil de neuroproteção potencial.

Ficha técnica

O Boné Infrallux em detalhes

Conheça o Boné Infrallux, desenvolvido para protocolos de fotobiomodulação transcraniana que exigem praticidade, conforto e dosimetria alinhada a estudos científicos internacionais de referência.

Imagem do Boné Infrallux

Tecnologia

Boné de LEDterapia com luz infravermelha, indicado para protocolos profissionais e uso domiciliar com orientação médica.

Conteúdo da embalagem

  • 1 Boné Infrallux (com 198 LEDs)
  • 1 controle acionador
  • 1 cabo de alimentação bivolt
  • 1 case exclusivo para transporte

Regulamentação, fabricação e assistência técnica

  • Registro na Anvisa (N° 80455469002)
  • Certificação do Inmetro
  • Desenvolvimento e produção no Brasil
  • Assistência técnica nacional

Informações adicionais

Técnica de aplicação: contato direto com o couro cabeludo.

Banda espectral: 20 nm

Ângulo de saída dos LEDs: 120°

Alimentação: bivolt (110 V/220 V), com desligamento automático ao final do ciclo.

Parâmetros ópticos

Comprimentos de onda: 760 nm e 830 nm (infravermelho próximo ou NIR)

Quantidade de LEDs: 198 (99 de 760 nm e 99 de 830 nm)

Irradiância média: 40,5 mW/cm² (760 nm) e 44,3 mW/cm² (830 nm)

Densidade de energia: 48,6 J/cm² (760 nm) e 53,1 J/cm² (830 nm)

Conservação do produto

O boné deve ser armazenado em local seco, ventilado e protegido da luz solar direta e de fontes de calor.

Após o uso, higienize o boné com pano levemente umedecido em álcool 70%.

Guarde o equipamento no case que o acompanha, em local seguro.

Energia e tempo por sessão

Energia: 38,4 J (760 nm) e 42 J (830 nm)

Tempo pré-programado da sessão: aproximadamente 20 minutos

Contraindicações principais

Pessoas com fotossensibilidade, em uso de medicamentos fotossensibilizantes, com AVC hemorrágico recente, tumores cerebrais, epilepsia não controlada ou implantes cranianos eletrônicos não devem utilizar o equipamento sem avaliação médica prévia.

O uso deve ser feito preferencialmente sob orientação profissional.

Como usar

Aplicação simples, prática e segura

01.

Coloque o Boné Infrallux na cabeça e ajuste-o confortavelmente para que fique em contato direto com o couro cabeludo.

02.

Ligue o dispositivo na tomada e observe uma luz verde acender.

03.

Pressione o botão central do controle para iniciar a sessão.

04.

Dois bipes vão indicar o início da sessão e uma luz azul começará a piscar.

05.

Ao término da sessão, um aviso sonoro será emitido e o dispositivo desligará automaticamente.

06.

Retire o boné da cabeça e desconecte-o da tomada. Armazene-o no case que o acompanha.

Na clínica e em casa

O Boné Infrallux foi projetado para ser um elo entre o atendimento profissional e o uso domiciliar — uma ponte que mantém a estimulação cerebral ativa mesmo entre uma sessão clínica e outra.

Essa dualidade é o que torna o dispositivo tão estratégico na prática clínica atual: ele não substitui o profissional, mas potencializa o trabalho dele, estendendo os benefícios da fotobiomodulação além das paredes do consultório.

Mulher e criança usando boné Infrallux
Sobre o produto

Entenda a tecnologia por trás da fotobiomodulação

Talvez você já tenha ouvido falar que a luz pode fazer bem à pele, aos músculos ou às articulações. Mas o que pouca gente sabe é que a luz certa, no comprimento de onda adequado, também pode chegar ao cérebro — e, ao chegar, ela “conversa” com as células de uma forma não invasiva, o que poucos recursos terapêuticos conseguem.

O Boné Infrallux foi criado para fazer exatamente isso: entregar luz infravermelha próxima — em dois comprimentos de onda específicos, 760 nm e 830 nm — diretamente ao couro cabeludo. Ela atravessa o crânio e alcança o tecido cerebral.

É uma luz com parâmetros dosimétricos rigorosamente estudados, pensada para gerar uma resposta biológica real, mensurável e clinicamente relevante.

Como a fotobiomodulação transcraniana funciona?

Dentro de cada célula do nosso corpo existe uma pequena "usina de energia" chamada mitocôndria. É lá que o oxigênio e os nutrientes que ingerimos são transformados em ATP — a molécula que move praticamente tudo o que acontece dentro de nós: contração muscular, transmissão de impulsos nervosos, reparo de tecidos, produção de hormônios e até a formação de novas memórias.

Em muitas condições neurológicas — como Alzheimer, Parkinson, sequelas de AVC, depressão, ansiedade, TDAH e autismo —, essa produção de ATP está comprometida. As mitocôndrias funcionam com menos eficiência, e, sem energia suficiente, o cérebro vai perdendo a capacidade de se recuperar, de se adaptar e de manter suas funções em equilíbrio.

É quando a fotobiomodulação entra em cena.

Gráfico da fotobiomodulação transcraniana

Ao estimular o citocromo c oxidase, a FBMt favorece o aumento do potencial da membrana mitocondrial, do consumo de oxigênio, do metabolismo da glicose e da produção de ATP. Também pode ajudar a reduzir o excesso de radicais livres (ROS), atenuar o estresse oxidativo e a neuroinflamação, além de estimular a liberação de BDNF, promovendo neurogênese e sinaptogênese, de acordo com a resposta de cada organismo. 5

LED e laser: qual a diferença?

Michael Hamblin e Vladimir Heiskanen abordaram explicitamente essa questão em fotobiomodulação e concluíram que, para a maioria das aplicações médicas, a luz não coerente dos LEDs se comporta como a luz coerente dos lasers, desde que sejam utilizados parâmetros equivalentes de comprimento de onda e energia entregue. O que muda é:

  • o custo do dispositivo;
  • a área coberta por sessão;
  • o perfil de segurança;
  • a facilidade de uso.

Na FBMt, o uso de LEDs traz vantagens práticas importantes porque permite cobrir áreas maiores uniformemente, com um perfil de segurança mais simples e sem as mesmas exigências operacionais típicas de aplicações com laser.

Além disso, o Boné Infrallux dispensa a necessidade de segurar a ponteira durante a aplicação: o uso hands-free é mais confortável que o dos lasers, facilita a rotina, melhora a adesão do paciente ao tratamento e permite que o dispositivo seja utilizado em casa.

Cada LED contribui para apoiar o tratamento em toda a região cerebral

Com o laser, geralmente é necessário aplicar a luz manualmente em pontos sucessivos para garantir a sobreposição adequada dos feixes terapêuticos. Com o LED, a irradiação pode acontecer de forma mais ampla, simultânea e com o equipamento parado, sem exigir movimentação constante do profissional durante a aplicação, conforme discutido em revisão publicada no International Journal of Molecular Sciences em 20246

Comparativo entre feixes de laser e LEDs
Para que serve

Onde o Boné Infrallux pode fazer a diferença

Imagine o cérebro como uma cidade complexa — com avenidas, bairros especializados, centrais de comunicação e usinas de energia que mantêm tudo funcionando. Numa cidade saudável, os semáforos piscam no ritmo certo, os caminhões de entrega (os neurotransmissores) circulam sem atraso e as luzes nunca apagam.

Agora, imagine que, em algumas cidades, as usinas de energia começam a falhar. Não é um apagão total — é um blecaute intermitente: algumas regiões ficam mais escuras, os semáforos desregulam, as comunicações falham. Algo semelhante pode ocorrer em diferentes condições neurológicas. Não há uma "morte" do cérebro, mas uma falta de energia metabólica em áreas específicas. As células ainda estão ali, mas funcionam em câmera lenta, sem combustível para manter a atividade plena.

O Boné Infrallux não reconstrói a cidade. Ele age como um pequeno gerador de emergência portátil: chega ao bairro afetado, ajuda a favorecer a energia local e permite que aquela região volte a funcionar enquanto as usinas principais se recuperam. É esse o papel da fotobiomodulação transcraniana: oferecer um estímulo luminoso que pode apoiar processos naturais de reparo e reorganização.

O que o Boné Infrallux não é

É importante deixar claro: o Boné Infrallux não é promessa de cura para nenhuma condição. Ele não substitui medicamentos, terapias nem acompanhamento médico. É um recurso complementar; uma ferramenta que, nas mãos certas e com a orientação adequada, pode amplificar os efeitos do tratamento convencional.

Também não é um "estimulante cerebral" no sentido químico, não dá "pico" de energia nem efeito imediato. Seus benefícios são construídos ao longo do tempo, com uso regular e consistente.

Quem indica

Conheça experiências reais com o Boné Infrallux

 
FAQ

Perguntas frequentes sobre o Boné Infrallux de fotobiomodulação transcraniana (FBMt)

1. O que é o Boné Infrallux?

O Boné Infrallux é um dispositivo de fotobiomodulação transcraniana (FBMt) que utiliza 198 LEDs de infravermelho próximo (nos comprimentos de onda de 760 nm e 830 nm) para estimular a atividade cerebral de forma não invasiva, segura e prática.

2. Para que serve o Boné Infrallux?

Ele serve como recurso adjuvante em protocolos para doenças neurodegenerativas, reabilitação motora e de fala, estímulo cognitivo, suporte à modulação emocional e recuperação neurológica, sempre com orientação profissional.

3. Como funciona a sessão?

O boné deve ser posicionado no couro cabeludo, conectado à tomada e acionado pelo controle. O ciclo dura aproximadamente 20 minutos; ao final, o equipamento emite um sinal sonoro e desliga automaticamente. É um aparelho bivolt.

4. Qual é a dose de energia do Boné Infrallux?

O Boné Infrallux possui 198 LEDs, sendo 99 de 760 nm e 99 de 830 nm. A irradiância média é de 40,5 mW/cm² (760 nm) e 44,3 mW/cm² (830 nm), a densidade de energia é de 48,6 J/cm² (760 nm) e 53,1 J/cm² (830 nm), e a energia por sessão é de 38,4 J (760 nm) e 42 J (830 nm).

Referências Bibliográficas

  1. HEISKANEN, Vladimir; HAMBLIN, Michael R. Photobiomodulation: lasers vs light emitting diodes? Photochemical & Photobiological Sciences, 2018.DOI: 10.1039/c8pp90022h. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6091542/. Acesso em: 14 ago. 2026.
  2. KESZLER, Agnes et al. Red/near infrared light stimulates release of an endothelium dependent vasodilator and rescues vascular dysfunction in a diabetes model. Free Radical Biology and Medicine, v. 113, p. 157–164, dez. 2017. DOI: 10.1016/j.freeradbiomed.2017.09.012. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28935419/. Acesso em: 23 jun. 2026.
  3. KAO, Yu-Chiu et al. Neurite growth induced by red light-caused intracellular reactive oxygen species production through cytochrome c oxidase activation. Journal of Photochemistry and Photobiology B: Biology, v. 241, art. 112681, abr. 2023. DOI: 10.1016/j.jphotobiol.2023.112681. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36870246/. Acesso em: 23 jun. 2026.
  4. SALEHPOUR, Farzad et al. Brain photobiomodulation therapy: a narrative review. Molecular Neurobiology, v. 55, n. 8, p. 6601–6636, jan. 2018. DOI: 10.1007/s12035-017-0852-4. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6041198/. Acesso em: 23 jun. 2026.
  5. LIN, Hao et al. Transcranial photobiomodulation for brain diseases: review of animal and human studies including mechanisms and emerging trends. Neurophotonics, v. 11, n. 1, art. 010601, 5 fev. 2024. DOI: 10.1117/1.NPh.11.1.010601. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10840571/. Acesso em: 23 jun. 2026.
  6. HERNÁNDEZ-BULE, Maria Luisa et al. Unlocking the power of light on the skin: a comprehensive review on photobiomodulation. International Journal of Molecular Sciences, v. 25, n. 8, art. 4483, 18 abr. 2024. DOI: 10.3390/ijms25084483. Disponível em: https://www.mdpi.com/1422-0067/25/8/4483. Acesso em: 23 jun. 2026.
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